Como funciona?

Kit surpresa
Todos os meses enviamos para o seu endereço um kit surpresa com livro, brinde exclusivo, um marca páginas e uma revistinha com a resenha do curador do mês.
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O que vem no kit?

O kit é composto pelo livro indicado pelo curador do mês, uma revista com conteúdo sobre a obra enviada, além de um marca páginas e um brinde personalizado.

Curadores

Wagner Moura

O soteropolitano Wagner Maniçoba de Moura não veio ao mundo a passeio: ator, diretor e jornalista, já fez teatro, novela, série, minissérie e cinema. Foi mocinho, galã, comediante, só um cara sem sorte, capitão, vilão, o mais procurado, indicado ao Globo de Ouro e o dono da p**** toda.

Entre se corromper, se omitir ou ir para a guerra, escolheu suas armas e teve o (des)prazer de estar dos dois lados da lei. Descobriu, a duras penas, que a corrupção é algo intrínseco, que vai muito além da caveira, e que se do pó viemos, a ele retornaremos por bem ou por mal.

Judith Butler

Ph.D. em filosofia pela Universidade de Yale e professora de Retórica e Literatura Comparada na Universidade de Berkley, a estadunidense Judith Butler é a voz mais relevante quando o assunto são os padrões normativos de gênero dentro do feminismo.

Lançou uma bomba de glitter em forma de livro - Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade - que espalhou verdades multicoloridas para os 4 cantos do mundo, apresentou a teoria queer à sociedade e colocou a identidade de gênero para brilhar na pista de dança. Recentemente, virou a mulher que uma parcela dos brasileiros amavam odiar. Com muito orgulho, ao que parece.

Laerte Coutinho

A paulistana Laerte é cartunista, ilustradora, roteirista, mãe dos Piratas do Tietê e uma das mais importantes chargistas brasileiras de todos os tempos. Faz tirinhas para a Folha de S.Paulo há quase 30 anos.

Uma das personalidades mais expressivas na causa pelos direitos civis LGBTQ, Laerte mudou o rumo da sua história, protagonizou um irresistível documentário e tornou-se verbo, literalmente.

Maria Rita Kehl

A campineira Maria Rita é nada mais, nada menos que doutora em psicanálise, mestra em psicologia social, jornalista, ensaísta, poetisa, cronista, crítica literária e autora de 9 livros, entre eles O tempo e o cão, premiado como livro do ano na categoria não-ficção no Jabuti de 2010.

Mão forte da imprensa alternativa na época da ditadura, tem uma estante tão grande quanto seu coração para guardar vitórias como o prêmio Direitos Humanos, recebido em 2010, e o prêmio João Canuto, concedido pelo MHuD em 2013, por seus feitos na Comissão da Verdade.

Drauzio Varella

O paulistano Drauzio Varella é médico oncologista, cientista, escritor, fundador de universidade, autor de mais de 10 livros, pioneiro nas pesquisas sobre o tratamento da AIDS no Brasil e ganhador de um Jabuti. Viveu histórias que dariam filmes e tem filme sobre suas histórias.

Profundo conhecedor da fisiologia humana, Drauzio é - sem sombra de dúvidas - o médico mais querido e amado entre os brasileiros e um dos únicos a encontrar soluções que vão da perda de fôlego repentinas a corações partidos.

Celso Amorim

O santista Celso Luiz Nunes Amorim é diplomata e escritor. Chanceler de Itamar Franco, foi ministro das Relações Exteriores de Lula e ministro da Defesa de Dilma Roussef, além de ter representado o Brasil na ONU, em Nova York, e na Organização Mundial do Comércio, em Genebra.

Apontado pela Foreing Policy, bíblia do pensamento diplomático, como o melhor chanceler em atividade (durante o governo Lula), foi responsável por uma política externa independente e ativa. Sob sua orientação, o Brasil aprofundou as relações com os países dos Brics e da África e aumentou sua influência na geopolítica.

Jessé de Souza

Potiguar e Jabuti de 2017, por A radiografia do golpe: Entenda como e por que você foi enganado, Jessé de Souza é professor, pesquisador e sociólogo doutorado pela pública e prestigiada Universidade de Heidelberg Ruprecht Karl, na Alemanha.

Autor de 27 livros e presidente do IPEA até 2016, integra a atual liga dos (anti-)heróis brasileiros: suando a armadura no confronto com Sérgio Buarque de Holanda, buscando o antídoto para nossa crise de ideias e lutando contra a imbecilização social, enquanto encara a missão-quase-impossível de explicar o Brasil.

Elisa Lucinda

Moço, cuidado com ela! Cuidado com essa gente que gera: autora de 14 livros, a capixaba Elisa Lucinda é atriz, poetisa, jornalista e cantora. Acostumada a viver por dentro, transformando fato em elemento, já foi até professora.

Ela, que tantas vezes teve sua esperança posta à prova, fundou a Casa Poema e lidera o projeto Palavra de Polícia, Outras Armas. Considerada a artista da sua geração que mais populariza poesia, foi premiada com o Troféu Raça Negra 2010, na categoria Teatro, e no cinema, com o filme A última Estação, de Marcio Curi.

Seu coração deve estar aos pulos! Mas ela é como nós, seres humanos: tem inveja de Ângela, sua vizinha de uns quarenta e vividos anos. A diferença é que se mexerem com ela e com seu povo sofrido, ela vai sacanear: mais honesta ainda vai ficar! Esse será seu carnaval, porque ela sabe que se não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dá para mudar o final.

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